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Brent novamente acima de 80 USD

O mercado petrolífero global valorizou devido ao recuo da inflação nos Estados Unidos da América, da flexibilização das restrições na China e da paralisação de um oleoduto no Canadá.

Os preços do petróleo subiram mais de 4% nos últimos sete dias, interrompendo, deste modo, a sequência de quatro semanas consecutivas de perdas. O WTI, benchmark para os EUA, avançou 4,76% para 75,1 dólares por barril, enquanto o Brent, em Londres, ganhou 4,50% para 80,68 dólares por barril. O abrandamento da inflação dos Estados Unidos da América e o crescente optimismo em relação à reabertura gradual da economia da China atenuou as incertezas quanto ao desempenho da economia global em 2023 e o impacto sobre a procura de petróleo.

A recuperação dos preços do crude também reflectem os efeitos das notícias de interrupção de um oleoduto que conecta campos no Canadá às refinarias na costa do Golfo dos EUA, bem como a divulgação do relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que mantém a previsão de crescimento da procura mundial de petróleo em 2022 à volta dos 2,5 milhões de barris por dia (bpd). Entretanto, a OPEP alerta que para 2023, a manutenção da procura global em níveis acima de 2 milhões de bpd por ano, dependerá da contenção bem-sucedida do Covid-19 na China.

No mercado bolsista, os índices dos EUA negociaram em alta na sua generalidade, com valorizações acima de 1%. A divulgação da taxa de inflação nos Estados Unidos, que abrandou em Novembro para 7,1%, o menor aumento mensal em mais de um ano, alimentou a ideia de que o pico da inflação já terá passado, o que poderá permitir a Fed desacelerar o ritmo de subida dos juros, que tem reunião marcada para esta semana.

Na Europa, os índices negociaram sem uma tendência definida, numa altura em que o Banco Central Europeu também iria anunciar nova decisão de política monetária. O índice Stoxx 600, referência para o continente, acumulou um saldo positivo de 0,39%. Contudo, existiram quedas nas bolsas de Portugal, Reino Unido, Espanha e Suíça.

Por fim, os dados divulgados pela Instituto de Estatística da União Europeia, Eurostat, indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro registou um crescimento homólogo de 2,3% no terceiro trimestre, o que representa um abrandamento face aos 4,2% registados no trimestre anterior.

Por seu lado, o instituto de estatística da maior economia do continente, Alemanha, afirmou que a recessão que deverá atingir o País este inverno será mais branda do que anteriormente previsto. As últimas previsões apontam para uma contracção de apenas 0,1% do PIB, contra os 0,3% anteriormente esperados, devido ao bom desemprenho da actividade industrial.

 
 
 

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